Filho de oficial de justiça, o Dr. Antonio Carlos cresceu no fórum e decidiu cedo que seria advogado para defender direitos. Passou pelos ramos do cível, trabalhista, bancário e contratual antes de se aproximar do Direito da Saúde, há cerca de 10 anos.
A virada veio de um caso real próximo: uma negativa de tratamento oncológico que o colocou diante das complexidades do acesso à saúde e da responsabilidade médico-jurídica. A partir daí, aprofundou a especialização, passou pelo IPDMS e optou pela verticalização em vez da generalização.
Essa origem sustenta dois diferenciais: o domínio técnico em defesa ética e judicial, e uma sensibilidade genuína para as demandas de acesso a medicamentos de alto custo e tratamentos, frente que poucos advogados de Direito Médico desenvolvem com a mesma profundidade.